Países mobilizam apoio multipartes para programas nacionais contra a fome e a pobreza sob um novo modelo de desenvolvimento

Etiópia, Haiti, Quênia e Zâmbia apresentam planos concretos de implementação com financiamento coordenado e apoio técnico dos membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza

Benin, Indonésia, Palestina e vários outros países estão avançando com compromissos e planos em alimentação escolar, transferências de renda, apoio materno e infantil e programas de inclusão econômica ao redor do mundo.

03 de maio de 2017, Kalu, Etiópia – Membros do “Selam Vegetable Growers Group” trabalhando em uma horta gerida pelo grupo de jovens da comunidade. Jovens locais são vulneráveis à migração forçada, e a horticultura ajudou a criar oportunidades de autoemprego.

DOHA, CATAR (3 de novembro de 2025) – Demonstrando um novo modelo de cooperação internacional, vários países anunciaram hoje planos concretos de implementação multipartes para programas nacionais em larga escala contra a fome e a pobreza, com apoio coordenado de instituições financeiras internacionais, doadores bilaterais, agências da ONU e filantropias.

Os anúncios, realizados na Primeira Reunião de Líderes da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza em Doha, representam o ponto culminante da Iniciativa Fast-Track da Aliança — um processo estruturado que coloca os programas liderados pelos países no centro e alinha múltiplos parceiros em torno de prioridades nacionais.

Com os orçamentos de desenvolvimento nacionais sob pressão, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza oferece uma oportunidade de alocar recursos de ajuda de forma mais eficaz e equitativa, em favor das pessoas mais pobres e vulneráveis do mundo.Com os orçamentos de desenvolvimento nacionais sob pressão, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza oferece uma oportunidade de alocar recursos de ajuda de forma mais eficaz e equitativa, em favor das pessoas mais pobres e vulneráveis do mundo.

A Ministra de Desenvolvimento Comunitário e Serviços Sociais da Zâmbia, Doreen Sefuke Mwamba, destacou: “Ao integrar meios de subsistência, nutrição, educação e resiliência climática ao nosso programa de Transferência Social de Renda, buscamos capacitar famílias vulneráveis a construir autossuficiência duradoura. Essa parceria com a Aliança Global e nossos parceiros de desenvolvimento reflete a determinação da Zâmbia em alcançar crescimento inclusivo e proteção social para todos.”

Renato Domith Godinho, Diretor do Mecanismo de Apoio da Aliança, reforçou: “O que torna estas parcerias diferentes é que os países lideram com seus próprios planos, enquanto os parceiros coordenam seu apoio, em vez de perseguirem agendas separadas. Não se trata de criar programas novos — e sim de ampliar o que funciona, com a combinação certa de financiamento, conhecimento e compromisso político.”

Zâmbia: Ampliando a abordagem Cash-Plus

O Governo da República da Zâmbia, em conjunto com membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, está lançando um esforço conjunto para ampliar a ambição da abordagem CASH+ da Zâmbia.

A iniciativa baseia-se no programa emblemático de Transferência Social de Renda (SCT) da Zâmbia, integrando serviços complementares, como apoio nutricional, desenvolvimento de meios de subsistência, resiliência climática e acesso à educação. O objetivo é acelerar a redução da pobreza, combater a fome e ampliar as oportunidades econômicas para famílias vulneráveis em todo o país.

O Programa CASH+ da Zâmbia pretende alcançar 2 milhões de famílias de baixa renda até 2031, com um custo estimado de 1,5 bilhão de dólares, dos quais 1,2 bilhão já estão financiados. O Ministério do Desenvolvimento Comunitário e Serviços Sociais (MCDSS), com apoio financeiro do Banco Mundial (bem como financiamento internacional da Alemanha, Irlanda, Suécia, Suíça e Reino Unido), está atualmente implementando modelos CASH+ em vários distritos, alcançando aproximadamente 173.000 meninas e 145.000 mulheres.

Vários parceiros bilaterais e multilaterais estão apoiando ativamente esse esforço. Sob a liderança do MCDSS e em coordenação com vários ministérios setoriais, o governo está mobilizando apoio adicional de parceiros que já confirmaram seu engajamento, incluindo:

  • Parceiros de financiamento: Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento e Reino Unido.
  • Parceiros de assistência técnica e conhecimento: BRAC International, Brasil, FAO, Indaba Agricultural Policy Research Institute, OIT, Innovations for Poverty Action, o Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab, UNICEF, Village Enterprise, WFP, Organização Meteorológica Mundial (OMM) e World Vision.

Esse esforço coordenado reflete o compromisso da Zâmbia em avançar uma abordagem integrada de proteção social que fortaleça a resiliência, promova o crescimento inclusivo e garanta que ninguém seja deixado para trás.

Etiópia: Avançando o programa emblemático Yelemat Tirufat

A Etiópia e um grupo de membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza estão unindo forças para avançar o programa emblemático Yelemat Tirufat. Essa estrutura irá orientar a expansão, confirmar as alocações operacionais e acompanhar os resultados à medida que a parceria avança do compromisso à implementação — assegurando que, até 2030, a Etiópia alcance um aumento de 150–300% na produção pecuária, um crescimento de 40% na renda dos agricultores e uma redução de 60% nas perdas pós-colheita.

Sob a liderança da Etiópia, o Banco Africano de Desenvolvimento está preparando um pacote de doação de 65 milhões de dólares para fortalecer a cadeia de valor da avicultura, enquanto a World Vision Etiópia colaborará mobilizando seus 5 milhões de dólares em distritos prioritários no âmbito do Yelemat Tirufat para fornecer apoio técnico, mobilização comunitária e gestão do conhecimento, além de usar sua capilaridade nacional e global na mobilização conjunta de recursos.

A Espanha está ampliando a cooperação técnica em piscicultura e avicultura por meio de uma nova linha de 500.000 euros, enquanto o Reino Unido e a FAO estão fornecendo expertise técnica em cadeias de valor, finanças rurais e resiliência. Além disso, a FAO contribuirá para o Yelemat Tirufat com um efeito financeiro estimado de 7,5 milhões de dólares por meio do fortalecimento de capacidades em saúde animal para prevenção, preparação e diagnóstico de doenças zoonóticas e ameaças de resistência antimicrobiana (RAM), bem como apoiando o desenvolvimento das cadeias de valor de avicultura e de sistemas pastoril.

A UNIDO está apoiando o programa emblemático Yelemat Tirufat com seu portfólio em curso de projetos de agroindustrialização e também está ampliando sua cooperação técnica em laticínios e avicultura com novos projetos de pelo menos 2,4 milhões de dólares. O Brasil planeja capacitar 480 agentes de extensão rural para apoiar o programa, e a Alemanha pretende apoiá-lo oferecendo ações de desenvolvimento de capacidades como parte de seu amplo portfólio agrícola em andamento no país. A Village Enterprise e a OMM manifestaram disposição em compartilhar experiência em políticas, conhecimento técnico e/ou promoção de investimentos para diferentes áreas do programa.

Em conjunto, essas contribuições serão coordenadas pelo Ministério da Agricultura da Etiópia, com o apoio do Mecanismo de Apoio da Aliança Global, em colaboração com autoridades regionais e locais e com os parceiros da Aliança.

Quênia: Maji Plus – Água para prosperar

O Governo do Quênia e um grupo de membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza anunciaram um esforço conjunto para implementar o emblemático programa “Maji Plus: Water to Thrive” — garantindo acesso acessível à água para 1.400 escolas e comunidades em condados áridos e semiáridos, a fim de, simultaneamente, reforçar a resiliência climática, a nutrição e a aprendizagem; promover o empoderamento e o bem-estar das mulheres; e criar empregos e oportunidades de subsistência para crianças, agricultores e comunidades.

Sob a liderança do Quênia, o Banco Africano de Desenvolvimento está trabalhando com o governo com vistas a assegurar até 77 milhões de dólares em novos recursos financeiros e em realocação de recursos existentes, além de estabelecer modalidades de financiamento para apoiar a implementação do plano nacional. Além disso, o BAD está elaborando uma proposta a ser apresentada ao Fundo Verde para o Clima (GCF) no âmbito do processo simplificado de aprovação do Fundo. Por sua vez, o Banco Mundial explorará sinergias com o apoio que já presta ao governo por meio do Segundo Projeto de Inclusão Social e Econômica do Quênia.

O Brasil, por meio de seu Ministério do Desenvolvimento Social e da Agência Brasileira de Cooperação, do Centro de Excelência contra a Fome do WFP e da organização não governamental Articulação no Semiárido (ASA), disponibilizará um pacote integrado de conhecimento e implementação para levar tecnologias sociais comprovadas de experiências-piloto à implementação em escala nacional, apoiado por uma subvenção inicial da Fundação Rockefeller. O Governo da Índia fornecerá expertise técnica e desenvolvimento de capacidades relacionadas à gestão da água em nível comunitário, em consonância com as demandas do programa.

Como próximos passos, um Grupo de Implementação do Programa — presidido pelo Quênia e composto pela NDMA, pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Tesouro Nacional, pelo Ministério do Trabalho e Proteção Social e por todos os parceiros da Aliança mencionados acima — irá conduzir uma implementação faseada e acompanhar os resultados à medida que a parceria avança do compromisso à entrega.

Haiti: Fortalecendo a proteção social e as transferências de renda

O Governo da República do Haiti e membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza anunciam um plano conjunto para fortalecer e ampliar os esforços de proteção social nos próximos cinco anos, incluindo transferências de renda no âmbito da Política Nacional de Proteção e Promoção Social (PNPPS). O plano visa fortalecer a resiliência econômica das comunidades e garantir acesso regular e adequado a alimentos para os domicílios mais vulneráveis do Haiti.

Desenvolvido pelo governo haitiano, o plano preliminar concentra-se na expansão das transferências de renda, na reintegração e formação de jovens e no fortalecimento dos sistemas de focalização e pagamento, para garantir uma implementação eficaz do programa em consonância com o quarto pilar da PNPPS.

Sob a coordenação do Ministério dos Assuntos Sociais e do Trabalho (MAST) e com apoio técnico e operacional do Fundo de Assistência Econômica e Social (FAES), vários parceiros já manifestaram seu apoio financeiro a essa iniciativa. Isso inclui apoio financeiro de parceiros-chave do Haiti, notadamente o Banco Interamericano de Desenvolvimento, a República Federativa do Brasil e o Banco Mundial, além de seu apoio técnico e de conhecimento.

Outros parceiros, como a FAO, o Governo da Índia, a OIT, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), UNICEF, WFP e World Vision Haiti, também manifestaram disposição em apoiar a implementação do plano com sua expertise setorial.

Esse esforço concertado ilustra o compromisso do Haiti e de seus parceiros internacionais em fornecer proteção sustentável para grupos vulneráveis e acelerar o combate à fome e à pobreza em todo o país.

Esforço para implementar refeições escolares de alta qualidade para mais 150 milhões de crianças em idade escolar

A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza está trabalhando em estreita colaboração com outros esforços liderados por governos, com a School Meals Coalition e com a Rede de Alimentação Escolar Sustentável da América Latina e do Caribe (RAES), para impulsionar a adoção de refeições escolares nacionais, de alta qualidade e nutritivas. Por meio da Iniciativa Sprints 2030, os membros da Aliança Global se comprometeram a apoiar iniciativas voltadas a ampliar o acesso a refeições escolares nutritivas para mais 150 milhões de crianças em países de baixa renda e de renda média-baixa até 2030 — dobrando o número atualmente atendido por programas de alimentação escolar.

Por sua vez, em sua Segunda Cúpula Global no Brasil, no mês passado, a Coalizão celebrou 40 novos compromissos nacionais com programas de refeições escolares assumidos nos últimos dois anos, elevando o total para mais de 65. O foco agora se desloca para transformar esses compromissos em ações concretas. Para apoiar esse esforço, um grupo de membros e parceiros da Coalizão está se preparando para lançar uma nova iniciativa no âmbito da Coalizão — o School Meals Accelerator. Essa iniciativa ajudará governos comprometidos a implementar suas promessas, incluindo aquelas feitas por meio da Aliança Global, e trabalhará em estreita colaboração com o Mecanismo de Apoio da Aliança.

Ao longo do último ano, a Aliança apoiou ativamente planos transformadores de alimentação escolar. A pedido do Governo da Indonésia, a Coalizão e parceiros da Aliança apoiaram o programa emblemático de Refeições Nutritivas da Indonésia — uma iniciativa ambiciosa lançada pelo Presidente Prabowo Subianto para alcançar 60 milhões de crianças com refeições escolares gratuitas e nutritivas.

O Benim também aderiu à Iniciativa Fast-Track da Aliança para consolidar seu progresso extraordinário com o Programa Nacional Integrado de Alimentação Escolar, que atualmente atende três quartos das crianças em escolas públicas. Ao buscar chegar ao último quilômetro e alcançar o acesso universal, o governo do Benim solicitou apoio técnico de membros da Aliança Global para auxiliar em logística, compras, capacitação de equipes e desenvolvimento de sistemas de aquisição que conectem as escolas a pequenos agricultores familiares. O governo planeja adquirir pelo menos 75% dos alimentos localmente. Camboja e vários outros países já manifestaram sua intenção de se engajar com a Aliança Global e apresentar planos para ampliar a alimentação escolar.

Outros países avançando no processo Fast-Track

Além dos países que anunciam parcerias hoje, vários outros estão progredindo por meio da Iniciativa Fast-Track da Aliança, recebendo manifestações de interesse de membros da Aliança.

Buscando sair de uma crise humanitária sem precedentes, resultante da agressão em larga escala e de seus impactos sociais e econômicos devastadores, especialmente em Gaza, o Estado da Palestina desenvolveu dois planos no âmbito da Aliança. O primeiro é voltado à retomada de transferências de renda mensais e incondicionais para proteger os grupos mais vulneráveis, enquanto prosseguem os esforços para restaurar gradualmente a totalidade dos serviços de proteção social do governo em Gaza. Outro programa, conhecido como Rifq (“Gentileza”), visa fornecer serviços de assistência social a gestantes, mães lactantes e crianças, especialmente órfãos da guerra.

Ruanda validou um plano focado na ampliação do seu Programa Vision Umurenge, com um programa nacional de “graduation” econômica que visa tirar 996.000 domicílios da pobreza, enfrentando vulnerabilidades econômicas e sociais e, ao mesmo tempo, reforçando a resiliência a choques.

A Tanzânia desenvolveu um plano para seu Programa Integrado de Saúde Materna e Desenvolvimento na Primeira Infância, que tem como alvo 6,5 milhões de crianças e 6,5 milhões de cuidadores, com serviços integrados de saúde e educação.

Camboja, Cuba, República Dominicana, Indonésia e Moçambique também estão avançando na elaboração de pré-planos para programas de grande escala que abrangem proteção social, inclusão econômica, alimentação escolar, agricultura de pequenos produtores e nutrição. Outros países estão se preparando para ingressar no processo Fast-Track em próximas ondas. Somália e Líbano estão entre os países que anunciaram sua intenção de desenvolver planos nacionais de implementação de programas com apoio da Aliança.

A Ministra do Desenvolvimento Social e Ministra de Estado interina para Assuntos de Assistência da Palestina, S. Exa. Dra. Samah Hamad, afirmou que “por meio de nossos dois programas, para os quais buscamos apoio dos membros da Aliança, estamos comprometidos em garantir que esses grupos vulneráveis recebam os serviços essenciais de saúde e assistência social de que necessitam — sem interrupção, atraso ou concessões. A proteção dessas vidas e de sua dignidade é prioridade absoluta para reconstruir o tecido social palestino em todo o meu país.”

Como funciona o processo Fast-Track

A Iniciativa Fast-Track segue uma abordagem estruturada em quatro fases:

Fase 1: Seleção/Solicitação de Países – Os países foram identificados com base em seus compromissos com os Sprints 2030 e em sua prontidão para desenvolver programas nacionais de grande escala. A partir de agora, após a Reunião de Líderes, essa fase passará a ser totalmente orientada pela demanda, na qual qualquer país membro da Aliança poderá solicitar apoio.

Fase 2: Elaboração do Pré-plano – Os países selecionados trabalham com o Mecanismo de Apoio da Aliança para elaborar pré-planos de implementação de alto nível, que descrevem objetivos do programa, situação atual, recursos existentes, resultados esperados e necessidades de parceria.

Fase 3: Matchmaking – Os pré-planos validados são compartilhados com todos os membros da Aliança, que apresentam Manifestações de Interesse indicando sua disposição em oferecer financiamento, apoio técnico ou ambos.

Fase 4: Mesas-redondas nacionais – Os países que recebem uma massa crítica de ofertas de parceria convocam mesas-redondas nacionais para elaborar planos operacionais e formalizar compromissos.

Até o momento, 14 pré-planos foram elaborados por 12 países, 9 foram oficialmente validados, e mais de 85 Manifestações de Interesse foram recebidas de instituições financeiras internacionais, doadores bilaterais, agências da ONU e filantropias.

O que torna isso diferente

A Aliança Global está testando uma abordagem inovadora para a forma como países, financiadores externos e parceiros de conhecimento se engajam, garantindo que projetos guiados por doadores sejam substituídos por parcerias lideradas pelos países.

Protagonismo dos países: Os governos lideram com seus próprios planos e prioridades, em vez de intervenções e projetos de duração limitada, guiados por doadores e separados dos sistemas e programas governamentais.

Apoio coordenado: Múltiplos parceiros alinham seu financiamento e sua assistência técnica em torno de programas nacionais, em vez de perseguirem agendas separadas.

Intervenções comprovadas: Os programas se baseiam em programas e instrumentos de política baseados em evidências, provenientes do Cesto de Políticas da Aliança — intervenções que já foram testadas e demonstraram funcionar em escala.

Abordagens integradas: Em vez de intervenções isoladas, os programas podem combinar proteção social, agricultura, nutrição, água e resiliência climática de formas que enfrentem as causas profundas da pobreza e da fome.

Rapidez e eficiência: O processo estruturado Fast-Track avançou da seleção de países até os primeiros anúncios de parceria em apenas alguns meses — muito mais rápido do que os ciclos tradicionais de projetos.

COLETIVA DE IMPRENSA, TRANSMISSÃO AO VIVO DO EVENTO E FOTOS:

Transmissão ao vivo do evento por meio da UNWebTV

Uma coletiva de imprensa será realizada após o evento, às 17h30 (horário de Doha), no Qatar National Convention Centre, Sala de Coletivas de Imprensa (Auditório 1, térreo), para a mídia credenciada para a Segunda Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Social. Link de transmissão ao vivo para a coletiva de imprensa

Fotos oficiais da Primeira Reunião de Líderes da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza estarão disponíveis

SOBRE A ALIANÇA GLOBAL CONTRA A FOME E A POBREZA

Lançada na Cúpula do G20 no Brasil, em 18 de novembro de 2024, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza cresceu de 148 membros fundadores para mais de 200 membros em um ano, incluindo mais de 100 países, a União Africana, a União Europeia, 24 organizações internacionais, 9 instituições financeiras internacionais e mais de 30 organizações filantrópicas e não governamentais. A Aliança busca acelerar o progresso em direção aos ODS 1 e 2 por meio do apoio coordenado de seus membros a políticas e programas nacionais em larga escala, baseados em evidências.

Um objetivo central que orienta a Iniciativa Fast-Track e o trabalho da Aliança em nível de países é a implementação dos seis “Sprints 2030” — esforços coletivos e ambiciosos para ampliar políticas e programas comprovados do Cesto de Políticas da Aliança.

A Aliança é governada por um Conselho de Campeões composto por representantes de alto nível de até 50 países e organizações membros, e é apoiada por um Mecanismo de Apoio liderado pelo Diretor Renato Domith Godinho, com equipes e pontos focais baseados no Brasil, Etiópia, Itália, Estados Unidos e Tailândia.

CONTATO PARA A IMPRENSA

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